Computação Forense

A Seção de Computação Forense conta atualmente com Laboratórios em Curitiba e Londrina, os quais atendem a todo Estado. Os principais exames realizados pela Seção são: exame pericial em equipamento computacional portátil e de telefonia móvel (Notebook, Tablet, Smartphone, etc.), exame pericial em mídia de armazenamento computacional (disco rígido, cartão de memória, CD, DVD, etc.), exame em local de informática (local de crime que contenha equipamentos computacionais), exame em local de Internet (local de crime na internet), busca e apreensão de vestígios cibernéticos e tratamento de dados criptografado. Além destes exames mais comuns, a Seção permeia todas as áreas das Ciências Forenses, trabalhando em conjunto ou preparando o vestígio para análise em outras seções do Instituto de Criminalística, a exemplo das Seções de Audiovisuais, Engenharia, Documentoscopia e Crimes Contra Pessoa.

Segundo pesquisa divulgada anualmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o uso de computadores no Brasil e no mundo cresce vertiginosamente. No ano de 2011 havia 78,2 milhões de computadores em uso no país, em 2012 o número chegou a 85 milhões, o que significa que quatro de cada nove brasileiros têm um equipamento para uso doméstico ou corporativo. Ou seja, o número de computadores no país duplicou nos últimos anos e a tendência é que essa progressão se repita nos próximos anos. O mesmo fenômeno se observa com relação a telefones móveis e aparelhos de televisão que somam cerca 280 milhões de linhas de telefonia móvel e 155 milhões de TVs existentes no Brasil.

A capacidade operacional da Seção de Computação Forense do Instituto de Criminalística, conforme detalhada no estudo estatístico denominado Modelo Matemático para a Gestão de Recursos Humanos apresentado no CONSAD 2013, não permite que todas as requisições de exame pericial com prioridade legal sejam atendidas simultaneamente e de forma imediata.

Como a demanda é significativamente maior do que a capacidade operacional da Seção de Computação Forense do Instituto de Criminalística, a única alternativa encontrada para o atendimento justo e razoável dos pedidos de exame pericial foi a criação de uma Fila de Atendimento a requisições de exames periciais.

A base adotada como critério para a organização da Fila de Atendimento segue a mesma lógica da “lista de processos” criada pelo artigo 12 do novo Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015) em consonância com as normas e recomendações do CNJ, TJPR, MPPR, TCE e SESP.

O requisitante que desejar informação sobre a posição de determinada Requisição de Exame Pericial na Fila de Atendimento Pericial pode consultar através da Internet no campo “Situação de Exame de Computação Forense” (disponível no fim desta página).

Compete ainda, a Seção de Computação Forense nos termos do artigo 33 do Decreto 5887/2005 “o desenvolvimento de campanhas educativas de esclarecimento e orientação à população”. Este tratamento da causa e não só do efeito é realizado através do Projeto Ciências Forenses na Escola com a divulgação de materiais sobre o uso responsável de computadores em apoio a SaferNet Brasil e com a realização de palestras de conscientização.

O agendamento de palestras pode ser realizado com encaminhamento de ofício para o correio eletrônico: computacao@policiacientifica.pr.gov.br.

O cidadão pode acessar também o site de Recomendações ao Cidadão do Instituto de Criminalística do Paraná, o qual traz uma série de dicas sobre segurança no ambiente virtual.


DOWNLOAD DE MATERIAIS
1) Link para donwload do "Guia Rápido de Apreensão de Informática";
2) Link para donwload do "Formulário de Remessa de Mídia de Armazenamento Computacional";
3) Link para download do "Manual de Bens Apreendidos - CNJ";
4) Link para download da "Portaria do TJPR Sobre Apreensão de Informática";
5) Link para download da “Instrução Normativa sobre Fila de Atendimento”;


 
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